Quais Profissionais devem ser Dispensados da Empresa?


Todos lidamos diariamente com vários tipos de funcionários, dos mais, aos menos produtivos.

Muito profissionais executam suas tarefas diárias, de forma tranquila, sem incomodar, ou não ficam reclamando das suas funções, simplesmente procuram fazer aquilo que lhes foi designado e buscam evoluir a cada momento.

Porém, há aqueles funcionários que vivem fazendo corpo mole e reclamando de tudo. O seu comportamento diário afeta o bom desempenho dos setores onde trabalham, pois também acabam influenciando no desempenho dos seus colegas de trabalho.

Citaremos alguns exemplos de funcionários que não devem ser mantido no quadro da empresa, pois os mesmos causam intrigas, se fazem de vítima e diminuem a produtividade da equipe.

O primeiro exemplo, é o funcionário “Rei do drama”, infelizmente esses funcionários são encontrados em quase todas as empresas. Eles vivem a vida como se estivessem num desses reality show, pois gostam de ficar fofocando, estão sempre colocando “lenha na fogueira”, vivem causando intrigas entre seus companheiros de trabalho, e quando o circo pega fogo, nunca estão dispostos para ajudar a apagar o incêndio.

Este tipo de “profissional”, geralmente tem uma influência negativa sobre a empresa em que trabalha, que pode ser contagioso, principalmente se direciona sua atenção para a liderança, causando algum tipo de aversão geral com a gestão, sendo preterido para cargos mais altos, por falta de confiança dos seus líderes.

Como segundo exemplo, temos o funcionário “Vítima”.  Lidar com este tipo de funcionário é um grande desafio para os gestores, já que eles evitam responsabilidades, sempre possuem uma desculpa na ponta da língua, e sempre encontram um meio de sair ileso de uma situação, atribuindo a culpa a um colega.

O problema em ter este tipo de pessoa, é que ele pode influenciar os demais funcionários que estão a sua volta, fazendo com que estes outros passem a agir da mesma maneira que eles, culpando os outros por seus erros.

O terceiro exemplo, é o “Inconformado”, que está disposto a quebrar regras, indo contra os valores das organizações, e dentro de instituição de saúde, pode causar sérios prejuízos aos nossos clientes, já que lidamos com vidas o tempo todo.

Estes funcionários veem as regras como um controle, e fazem de tudo para lutar contra elas, causando em muitos casos atritos com os demais profissionais.

Este são somente três exemplos de profissionais que devem ser mantidos o mais distante possível da organizações, ou, se for possível, moldar a conduta dos mesmos, com a dos demais funcionários que trabalham naquela empresa.

Claro que alguns vão questionar que não é simplesmente demitir este tipo de profissional que tudo se resolverá. Realmente não, mas os gestores devem ter em suas mentes, que estamos falando somente de negócios, e o que for mais favorável ao desenvolvimento da empresa, deve ser feito.

Não é fácil, mas quando for necessário, o corte desses funcionários é a melhor solução, para o crescimento e melhorar a produtividade do resto. Se um colaborador não está sendo produtivo para a instituição, e está atrapalhando e dificultando o trabalho de seus colegas, infelizmente deve ser desligado para que os demais possam tem o mínimo de conforto no seu ambiente de trabalho, e realizar melhor suas funções.

Eliminando estes tipos de profissionais, o ambiente de trabalho fica mais leve, e isso reflete num melhor desempenho, tanto dos profissionais, quando das organizações, proporcionando crescimento a ambos.

Administrador Hospitalar pelo Centro Universitário São Camilo. Ampla experiência em rotina administrativa hospitalar, negociação de valores de materiais de alto custo e atendimento ao cliente. Busca se aprimorar com conhecimentos para a gestão e motivação de pessoas no ambiente hospitalar. Experiência em relacionamento com clientes, busca de novas parcerias e negócios.

3 Comentários em “Quais Profissionais devem ser Dispensados da Empresa?

  1. Desculpem.. Os funcionários inertes não parecem refletir uma má gestão administrativa. ?

  2. Funcionários que jogam contra tem um potencial bem grande pra atrapalhar todo um trabalho. Mas excetuando-se casos de má-fé, desvio de ética e afins, acredito que é válida uma abordagem que tente entender e resolver os problemas antes de partir para medidas finais.

    Muitos funcionários-problema tem fraquezas, inseguranças e medos com os quais não sabem lidar. E, por desconhecimento ou ingenuidade, acabam por extrapolar esses comportamentos de “vítima”, “rei do drama” ou “inconformado”. Instituir programas formais de valorização, de qualidade de vida e saúde, que promovam o engajamento me parecem boas tentativas para conquistar de volta esses profissionais e evitar perdas de tempo e dinheiro com rescisões, recrutamento, seleção e treinamentos entre outros.

  3. São exemplos banais em toda e qualquer instituição, nenhuma estão isenta desses ” funcionários inertes”, porem o desligamentos deles são a saúde do ambiente e um clima harmonioso .

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